EUROPA

EUROPA
Descobrindo o "Antigo Continente"

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

SEGREDOS DE PARIS

Para apreciar uma bela decoração “Art Nouveau” parisiense



Quando você for visitar a Opéra Garnier, a Galeria Lafayette e a Printemps, não deixe de entrar na agência mais antiga do banco Société Générale (29, boulevard Haussmann, Paris 9e, Metrô Chaussée d’Antin La Fayette).
Uma surpresa espera por você…
Inaugurada em 1912 e completamente decorada no estilo Art Nouveau, esta agência possui uma cúpula maravilhosa feita de ferro e vidro deixando a luz do dia penetrar no interior do edifício. Imperdível !


Top 10 dos museus e monumentos mais visitados de Paris em 2008

1) Catedral de Notre-Dame de Paris: 13,6 milhões de visitantes (entrada gratuita)



2) Basílica Sacré Cœur de Montmartre: 10,5 milhões de visitantes (entrada gratuita)



3) Museu do Louvre: 8,4 milhões de visitantes



4) Torre Eiffel: 6,9 milhões de visitantes



5) Centro Georges Pompidou: 5,5 milhões de visitantes



6) Cité des Sciences de la Villette: mais de 3 milhões de visitantes



7) Museu d’Orsay: mais de 3 milhões de visitantes



8) Capela Notre-Dame de la Médaille Miraculeuse: 2 milhões de visitantes



9) Arco do Triunfo: 1,6 milhões de visitantes



10) Museu do Quai Branly: 1,4 milhões de visitantes




A Chinatown de Paris



Situada entre a avenida de Ivry, a avenida de Choissy (Metrô Tolbiac ou Olympiades) e o boulevard Masséna (Metrô Porte-de-Choisy ou Porte-d’Ivry), a Chinatown parisiense, bairro atípico e fervilhante, merece uma visita!


Imperdível:

Arquitetura: templos budistas e pagodes coabitam com arranha-céus construídos nos anos 70

Supermercado Tang Frères (48, avenue d’Ivry)



Restaurantes:
- Mer de Chine (159, rue du Château-des-Rentiers, Metrô Nacionale). Menu entre 15 e 25€. Fechado nas terças.

- Tien Hian (20, rue Nationale, Metrô Porte-d’Ivry). Vegetariano. Tudo é feito a base de soja. Menu 10€.



Dica:

O site www.chinatownparis.com é uma espécie de páginas amarelas deste bairro. Em um clique você encontra tudo o que esta precisando: restaurantes, mercados, cabeleireiros,…


Passagens e Galerias de Paris

Nem todo mundo sabe que além dos pontos pontos turísticos tradicionais, Paris tem charmosas galerias e passagens cobertas. A maioria das galerias e passagens foi construída no século XIX e se tornaram a coqueluche dos parisienses entre a Restauração e a Monarquia de Julho. Essas passagens e galerias eram lugares animados com muitas lojas, cafés e espetáculos frequentados por todas as classes sociais da época.

Quase todas que ainda estão abertas - aproximadamente 20 - ficam nos bairros do Palais Royal e do Museu do Louvre. Na região dos bulevares, perto da Praça da Ópera, também é possível passear em algumas.

Imperdível :

Galeria Vivienne (4, rue des Petits-Champs, Paris 2e) : Fica pertinho do Palais Royal e esbanja luxo com sua decoração neoclássica e seu chão coberto por mosaicos assinados pelo italiano Gian Domenico Facchina. Parada obrigatória na livraria Siroux, aberta no começo do século XIX, frequentada pela escritora Colette.



Galeria Colbert (6, rue des Petits-Champs, Paris 2e) : Foi construída em 1826 com intuito de ser uma forte concorrente da galeria Vivienne. Fechada em 1975, ela foi reaberta dez anos depois, bem parecida com o seu projeto original (sua rotunda tem 15 metros de diâmetro !). Le Grand Colbert, um dos restaurantes mais famosos de comida francesa de Paris, fica na entrada desta galeria.






Passagem Jouffroy (10, blvd Montmartre, Paris 9e) : Uma das mais movimentadas de Paris, a Passagem Jouffroy foi a primeira construída em ferro e vidro e a primeira a ter um sistema de aquecimento. Sua construção data de 1836, mas em 1978 ela passou por uma reforma completa. A segunda entrada do museu de cera Grévin fica dentro desta galeria.


Passagem Panoramas (10, rue Saint-Marc, Paris 2e) : Conhecida por ter tido os bares que concentravam artistas de teatro da cidade. Hoje em dia, bares, restaurantes, bistrôs e um charmoso salão de chá atraem muitas pessoas ao local.

Passagem Choiseul (40, rue des Petits-Champs, Paris 2e)
Passagem Sainte-Anne (59, rue Sainte-Anne, Paris 2e)
Passagem des Princes (5, blvd des Italiens, Paris 2e)
Passage Verdeau (6, rue de la Grange-Batelière, Paris 9 e)

Se você quiser fazer um circuito das principais passagens de Paris, entre em contato com Paris Em Foco (www.parisemfoco.com)!

« Espaços plurais » em Paris
Há mais ou menos 10 anos as lojas Colette e Conran Shop (117, Rue du Bac, Paris 7e) lançam o conceito de « espaços plurais » em Paris. São lojas ultra modernas onde moda, design, arte, alimentação, música, livros,… dividem o mesmo espaço.
Hoje em dia, esses espaços plurais afirmam sua autenticidade se aliando a novas idéias, como engajamento solidário ou experimentação científica.
Vale a pena conhecer :
- Mama Shelter (109 rue de Bagnolet) : hotel design, restaurante, bar, eventos musicais,...
- Le Laboratoire (4, rue du Bouloi) : lugar de criação e de difusão onde artistas e cientistas trabalham em colaboração.
- Merci (111 Boulevard Beaumarchais) : concept store solidário. 100% dos benefícios da loja vão, via uma fundação, para associações que ajudam mulheres e crianças de Madagascar (um dos países mais pobres do planeta).

- 6, Mandel (6, av. Georges Mandel) : dedicado a Arte, a arte da jardinagem e a arte de receber. No mesmo espaço : bed & breakfast, sala de exposição de arte, salas de recepção, ateliês de culinária japonesa e francesa, arte floral…


Torre Saint-Jacques: relíquia de Paris

Elemento predominante da paisagem da « rive droite » de Paris há 5 séculos, a Torre Saint-Jacques era um ponto de partida para os peregrinos do Caminho de Compostela.

Antes de ser uma “simples” torre, este monumento foi o campanário da igreja Saint-Jacques-la-Boucherie, construída entre 1508 e 1522. Destruída em parte pela Revolução Francesa, o prédio da igreja foi em seguida vendido como bem nacional e completamente demolido pelo seu novo proprietário. Somente a torre foi conservada.

Em 1836, a cidade de Paris compra este campanário, que passa a ser chamado de “Torre” Saint-Jacques. Ela vai ornamentar um dos primeiros jardins públicos parisienses.

Fragilizada pelo tempo, uma campanha de restauração foi iniciada em 2006. A Torre vai reabrir em breve para visitas!
(Square de la tour Saint-Jacques - 39 rue de Rivoli, 4e)

DESCUBRA PARIS PELO CINEMA

Todos os anos, Paris é o cenário de mais de 800 filmes nacionais e internacionais. Para conhecer melhor a cidade, seguindo os passos dos inúmeros lugares de filmagem, a prefeitura de Paris criou os “Itinerários do Cinema” (“Parcours Cinéma”). Estes percursos nos convidam a descobrir a capital através de filmes realizados aqui. Editados em francês e em inglês, os guias estão a disposição de todos nos Offices du Turisme de Paris, nas salas de cinema, nas Mairies d’arrondissements e nos lugares que serviram de decoração para as filmagens. É possível também, fazer o download desses guias no site da Mairie de Paris, www.cinema.paris.fr, na coluna Parcours Cinéma.


Até hoje, 8 itinerários foram criados se inspirando nos seguintes filmes:

- Paris je t’aime

- Le diable s’habille en Prada

- La Môme

- Ratatouille

- Rush Hour 3

- Paris

- Musée

- Chéri (este filme está nas salas de cinema desde o dia 8 de abril)

Fã de Victor Hugo?

Passe um dia nos passos desse grande escritor, nas ruas da capital francesa!


De manhã cedinho : ande na rua Oudinot (7e), onde Victor Hugo passou sua infância. No livro “Os Miseráveis” ele homenageia esta rua pelo nome de rue Plumet. Vá até o 6e arrondissement, bairro preferido do escritor, e descubra as ruelas onde ele costumava passear. Alguns endereços frequentados por ele : 18, rue des Petits-Augustins (hoje em dia rue Bonaparte), 10, rue de Mézières e 30, rue du Dragon.


Pegue o metrô e visite o Museu Victor-Hugo situado na place des Vosges (Hôtel de Rohan-Guéménée, 6, place des Vosges, 4e. Metrôs : Bastille, Chemin-Vert ou Saint-Paul). Victor Hugo morou nesta casa de 1832 até 1848. São expostas neste museu edições originais das obras do escritor, além de pinturas, esculturas e ilustrações realizadas em sua homenagem.


Pausa para o almoço e início de tarde : nada melhor do que ir num restaurante que se chama “Le Petit Victor Hugo” (143, av. Victor-Hugo, 16e. Metrôs Rue de la Pompe ou Victor-Hugo). Preço: 30 euros (ou mais).


Em seguida, ande até o número 124 da rue Victor-Hugo, onde o escritor morreu. Ele está enterrado no Panthéon ao lado de personagens ilustres (Place du Panthéon, 5e. Metrô Maubert-Mutualité ou RER Luxembourg).


De noite : jante no Auberge Etchegorry (41, rue Croulebarbe, 13e. Metrôs Gobelins, Place de l’Italie ou Corvisart), um dos lugares prediletos deVictor-Hugo e de Chateubriand. As especialidades da casa são bascas e do sudoeste da França. Lá, você degustará um delicioso fois gras de canard e as famosas pimentas d’Espelette recheadas de bacalhau.


Arenas em Paris?


Construídas no século I depois de Cristo, as Arenas de Lutèce representam hoje em dia um oásis da história galo-romana no meio de prédios haussmanianos do início do século XX.

Arquitetura típica da época galo-romana, o anfiteatro foi um importante local para representações teatrais, combate de gladiadores e outros jogos, podendo acolher em média 17.000 espectadores. Como todas as outras construções da cidade, as arenas foram destruídas com a invasão dos Bárbaros. Soterradas durante vários séculos, elas foram redescobertas pelas escavações feitas na rua Monge durante as enormes obras realizadas em Paris nos anos 1860.

As Arenas de Lutèce ficam na Rua Monge, n° 49, Paris 5e (Metrô : Cardinal-Lemoine/Jussieu). Horários : de 8h às 22h no verão e de 8h às 17h no inverno. A entrada é gratuita!

A CASA MAIS ANTIGA DE PARIS


Datando de 1407 e localizada no número 51 da Rue de Montmorency (Paris 3e), a mais antiga casa de Paris foi construída pelo escritor da Universidade de Paris, Nicolas Flamel. Esta casa funcionava como um albergue e hospedava gratuitamente desabrigados da região. Em troca do abrigo, Flamel e sua esposa pediam para que essas pessoas fizessem, em voz alta, algumas orações, como indica uma inscrição na cornija. Hoje em dia, o restaurante Auberge Nicolas Flamel (www.auberge-nicolas-flamel.fr/) ocupa este endereço.

Nenhum comentário: