EUROPA

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Descobrindo o "Antigo Continente"

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

O MELHOR DE PARIS NAS SUAS MÃOS...


Chegando e saindo

Para chegar dos aeroportos Charles de Gaulle, em Roissy (ao norte), e Orly (ao sul) ao centro, é possível utilizar o RER, trem de subúrbio (Linha B para Charles de Gaulle, €8, e linha C para Orly, €6,65 a passagem) ou o Roissy Bus (€8,40).

O taxista português João é chofer em Paris há mais de 20 anos. Seu Mercedes Benz faz traslado para o aeroporto, passeio a Versailles, city tour e o que mais o cliente quiser, com atendimento impecável.



Na internet

www.franceguide.com ou www.parisinfo.com



Para otimizar seu tempo

Carte Musée et Monuments, passe válido para 1, 3 ou 5 dias (€18/36/54), que concede descontos em museus.

Carte Paris Visites, com acesso ilimitado aos transportes públicos (incluindo Versailles, Eurodisney e aeroporto) para 1, 2, 3 ou 5 dias e preços entre €8,35 a €53,35, dependendo da quantidade de dias e das zonas da cidade incuídas.

Paris City Passport, livreto com dicas de museus e passeios com descontos de até 50% em alguns deles.

Carte Orange, cartão de uso livre e contínuo de segunda a segunda, válido para ônibus, metrô e trens RER. €16,90 para uma semana de uso livre nas zonas 1 e 2, mas requer foto 3x4.




Hospedagem
Ritz (15 Place Vendome, 44 0 207 580 2663) – cenário de inúmeras produções cinematográficas, tem ainda a suíte que pertenceu à Coco Chanel quase intocada e toda a pompa parisiense.

Plaza Athenée (25 avenue Montaigne, 33 1 53 67 66 07 33 1 53 67 66 07) – audacioso e ao mesmo tempo clássico, reúne o máximo do luxo em plena avenue Montaigne, com uma das melhores vistas para a Torre Eiffel.

Hôtel de Crillon (10 Place de la Concorde, 331 44711500) – embora não esteja mais nas mãos da família Taittinger, ainda guarda todo o luxo em suas instalações históricas em plena place de la Concorde, a poucos passos do Louvre.

Hotel Véronese (5, Rue Véronese, 01 47 07 20 90, hotel-veronese@wanadoo.frThis e-mail address is being protected from spam bots, you need JavaScript enabled to view it ) – é o mais frequentado por brasileiros e fica próximo à Place d´Italie, no Quartier Latin.

Le D'artagnan (80, Rue Vitruve, 4032-3456) – o maior albergue da França é também considerado um dos melhores do velho continente, com internet, cinema, boate e bar.

Aluguel – diversas imobiliárias alugam estúdios e apartamentos mobiliados por preços a partir de €350 por semana. Confira os ótimos www.rentparis.com e www.beau-paris.com.







Compras
Scarlett (10 Rue Clément Marot): brechó para bolsas e sapatos Chanel e Vuitton.


rue d´Alésia (14ème arrondissement) – é a rua “oficial” das pontas de estoque parisienses. Vale uma tarde para bater pernas.




Stock Zadig & Voltaire (22 Rue du Bourg-Tibourg) – a ponta de estoque da marca tem malhas e cachemires imperdíveis.


Kiliwatch (64 rue Tiquetone) - a maior loja parisiense dedicada ao vintage tem quase 600 m2 repletos de peças dos anos 60 e 70.







Misentroc (63, Rue Notre-Dame-des-Champs, 4633-0367) – o brechó mais antigo da cidade vende grifes famosas a preços acessíveis.



Saint-Ouen - o maior mercado das pulgas de Paris é também um dos melhores do mundo. Seu tamanho impressiona e o visitante se sente mesmo dentro de um verdadeiro labirinto, repleto de mobiliário da época napoleônica, roupas e antiguidades mil. Para ir de metrô, o melhor é descer na estação Port de Glignancourt e caminhar pela avenida de mesmo nome por alguns metros. O mercado fica logo à esquerda.






Noite
Se você acha que o Moulin Rouge é sinônimo da noite parisiense, está mais do que na hora de rever seus conceitos.

Showcase (Pont Alexander III, www.showcase.fr) – a discoteca que fica debaixo da ponte mais bonita de Paris é hoje um dos lugares mais animados da noite parisiense. Instalada em um antigo galpão para barcos, abre somente nos finais de semana.

Paris Paris (5 avenue de l´Opera, www.leparisparis.com): neste club, a entrada é grátis mas há um criterioso processo de seleção à porta que decide quem poderá se divertir ali dentro. É uma das discos mais famosas da cidade.

Cabaret (2 Place du Palais Royal, www.cabaret.fr) – simplesmente Cab para os íntimos, este misto de restaurante e discoteca fica em plena Place du Palais Royal, com decoração futurista de Jacques Garcia.

Favela Chic (18, Rue du Faubourg du Temple, 4021-3814, www.favelachic.com) - chique e kitsch ao mesmo tempo, tem constantemente shows com a nata da música popular brasileira. Fica absolutamente lotado nos finais de semana.





Café Francis (7 place Alma) - bela vista da torre Eiffel, estrategicamente na place Alma, aberto após 23 horas e domingo também.



Café de Flore (172 boulevard Saint Germain ) - clássico dos cafés parisienses, surgiu em 1807 e teve visitantes ilustres, como Sartre e Simone de Beauvoir. Sua varanda permite contemplar o charme do boulevard Saint Germain.



Café Marly (93 Rue de Rivoli) – em pleno Museu do Louvre, fica diante da pirâmide, com uma vista marcante. Perfeito para uma pausa durante sua visita.


Bagatelle: um dos passeios preferidos dos franceses é caminhar pelo famoso parque de Bagatelle, no Bois de Boulogne. São nada menos que 24 hectares construídos em 1777 pelo Conde d’Artois, irmão do rei Louis XVI. Nos jardins, lagos, kiosques, restaurante (o bom Les Jardins de Bagatelle) e até um castelo rodeados de rosas.


Marais:
Adorado pelos parisienses, o bairro é deixado de lado por muitos turistas mas constitui um dos ambientes mais simpáticos da cidade. A começar pela indefectível Place de Vosges, uma das praças mais bonitas do mundo e que hospeda a Maison de Victor Hugo, onde viveu o próprio. A charmosa Place de la République é rodeada de galerias de arte contemporânea e passear pelas ruas e vielas do bairro é um convite à boa vida e à cultura.



Galerie Vivienne:
essa passagem coberta na rua de mesmo nome é repleta de grifes (como Jean Paul Gaultier), restaurantes e casa de chá. Logo ao lado, fica a Galerie Colbert, que pertence à Bibliothèque Nationale e abriga também o Musée des Arts du Spectacle, para fanáticos por teatro e cinema. E o melhor de tudo: ambas ficam coladas ao jardim do Palais Royal, um dos prediletos dos parisienses, com suas árvores centenárias e o prédio que já foi residência de Louis XIII.


Sainte Chapelle:
a igreja gótica constitui um dos monumentos mais bonitos de Paris. Construída na segunda metade do século XIII por Louis IX, tem um conjunto único de vitrais em plena Ile de la Cité, no interior do Palácio da Justiça, e oferece nos finais de tarde concertos de música clássica.
A Sainte-Chapelle é uma capela de estilo gótico situada na Ilha de la Cité em Paris, construída no século XIII por Luís IX (São Luís) para abrigar o que acreditava ser a coroa de espinhos usada por Jesus Cristo. A igreja é muito famosa por causa dos seus belos vitrais.


Jardin du Luxemburg:
Um dos parques mais lindos de Paris certamente merece sua visita num fim de tarde. Junte-se sem vergonha às centenas de parisienses que estarão lendo livros e revistas em cadeirinhas de plástico espalhadas pelo local.




O Jardin du Luxembourg é o maior parque público da cidade de Paris, localizado no 6º arrondissement, tendo mais de 224 mil m². O Jardim do Luxemburgo pertence ao Senado da França, que está sediado no famoso Palácio do Luxemburgo.

O jardim possui um enorme parterre decorado com uma coleção exuberante de estátuas e também com pequenos lagos destinados ao lazer infantil. O jardim inclui também um pequeno teatro de fantoches, um pomar e um restaurante. O Teatro Odéon fica próximo ao Jardim do Luxemburgo.





L’Opera: famosa por ser cenário do Fantasma da Ópera, tem um interior inigualável e apresentações de música clássica, balé e canto lírico com ingressos a partir de 10 euros.




Catedral de Notre Dame:
Não é à toa que é uma das atrações mais visitadas da cidade: não bastassem as histórias recheadas de romance e gárgulas, a igreja levou quase dois séculos para ficar pronta e fica no marco zero da cidade.




A Catedral de Notre-Dame de Paris é uma das mais antigas catedrais francesas em estilo gótico. Iniciada sua construção no ano de 1163, é dedicada a Maria, Mãe de Jesus Cristo (daí o nome Notre-Dame – Nossa Senhora), situa-se na praça Parvis, na pequena ilha Île de la Cité em Paris, França, rodeada pelas águas do Rio Sena.

A catedral surge intimamente ligada à ideia de gótico no seu esplendor, ao efeito claro das necessidades e aspirações da sociedade da altura, a uma nova abordagem da catedral como edifício de contacto e ascensão espiritual.

A arquitectura gótica é um instrumento poderoso no seio de uma sociedade que vê, no início do século XI, a vida urbana transformar-se a um ritmo acelerado. A cidade ressurge com uma extrema importância no campo político, no campo económico (espelho das crescentes relações comerciais), ascendendo também, por seu lado, a burguesia endinheirada e a influência do clero urbano. Resultado disto é uma substituição também das necessidades de construção religiosa fora das cidades, nas comunidades monásticas rurais, pelo novo símbolo da prosperidade citadina, a catedral gótica. E como reposta à procura de uma nova dignidade crescente no seio de França, surge a Catedral de Notre-Dame de Paris.

O local da catedral contava já, antes da construção do edifício, com um sólido historial relativo ao culto religioso. Os celtas teriam aqui celebrado as suas cerimónias onde, mais tarde, os romanos erigiriam um templo de devoção ao deus Júpiter. Também neste local existiria a primeira igreja do cristianismo de Paris, a Basílica de Saint-Etienne, projectada por Childeberto por volta de 528 d.C.. Em substituição desta obra surge uma igreja românica que permanecerá até 1163, quando se dá o impulso na construção da catedral.

Já em 1160, e em resultado da ascensão centralizadora de Paris, o Bispo Maurice de Sully considera a presente igreja pouco digna dos novos valores e manda-a demolir. O gótico inicial, com as suas inovações técnicas que permitem formas até então impossíveis, é a resposta à demanda de um novo conceito de prestígio no domínio citadino. Durante o reinado de Luís VII, e sob o seu apoio (visto o monarca central ter também no século XII um poder crescente), este projecto é abençoado financeiramente por todas as classes sociais com interesse na criação do símbolo do seu novo poder. Assim, e tendo em conta a grandeza do projecto, o programa seguiu velozmente e sem interrupções que pudessem ocorrer por falta de meios económicos (algo comum, na época, em construções de grande envergadura).

A construção inicia-se em 1163 reflectindo alguns traços condutores da Catedral de Saint Denis, subsistindo ainda dúvidas quando à identidade de quem terá "colocado" a primeira pedra, o Bispo Maurice de Sully ou o Papa Alexandre III. Ao longo do processo (a construção, incluindo modificações, durou até sensivelmente meados do século XIV) foram vários os arquitectos que participaram no projecto, esclarecendo este factor as diferenças estilísticas presentes no edifício.

O processo de ascensão:
Em 1182 presta já o coro serviços religiosos e, na transição entre os séculos, está a nave terminada. No início do século XIII arrancam as obras da fachada oeste com as suas duas torres estendendo-se a meados do mesmo século. Os braços do transepto (de orientação norte-sul) são trabalhados de 1250 a 1267 com supervisão de Jean de Chelles e Pierre de Montreuil. Simultaneamente levantam-se outras catedrais ao seu redor num estilo mais avançado do gótico; a Catedral de Chartres, a Catedral de Reims e a Catedral de Amiens.

AS TURBULÊNCIAS DA HISTÓRIA:


A catedral foi, nos finais do século XVII, durante o reinado de Luís XIV, palco de alterações substanciais principalmente na zona este, em que túmulos e vitrais foram destruídos para substituir por elementos mais ao gosto do estilo artístico da época, o Barroco.

Em 1793, no decorrer da Revolução francesa e sob o culto da razão, mais elementos da catedral foram destruídos e muitos dos seus tesouros roubados, acabando o espaço em si por servir de armazém para alimentos.

Com o florescer da época romântica, outros olhares são lançados à catedral e a filosofia vira-se para o passado, enaltecendo e mistificando numa aura poética e etérea a história de outras épocas e a sua expressão artística. Sob esta nova luz do pensamento é iniciado um programa de restauro da catedral em 1844, liderado pelos arquitectos Eugene Viollet-le-Duc e Jean-Baptiste-Antoine Lassus, que se estendeu por vinte e três anos.

Em 1871, com a curta ascensão da Comuna de Paris , a catedral torna-se novamente pano de fundo a turbulências sociais, durante as quais se crê ter sido quase incendiada.

Em 1965, em consequência de escavações para a construção de um parque subterrâneo na praça da catedral, foram descobertas catacumbas que revelaram ruínas romanas, da catedral merovíngia do século VI e de habitações medievais.

Já mais próximo da actualidade, em 1991, foi iniciado outro projecto de restauro e manutenção da catedral que, embora previsto para durar dez anos, se prolonga além do prazo.

A LITERATURA E A FAMA:
A catedral foi, nos finais do século XVII, durante o reinado de Luís XIV, palco de alterações substanciais principalmente na zona este, em que túmulos e vitrais foram destruídos para substituir por elementos mais ao gosto do estilo artístico da época, o Barroco.

Em 1793, no decorrer da Revolução francesa e sob o culto da razão, mais elementos da catedral foram destruídos e muitos dos seus tesouros roubados, acabando o espaço em si por servir de armazém para alimentos.

Com o florescer da época romântica, outros olhares são lançados à catedral e a filosofia vira-se para o passado, enaltecendo e mistificando numa aura poética e etérea a história de outras épocas e a sua expressão artística. Sob esta nova luz do pensamento é iniciado um programa de restauro da catedral em 1844, liderado pelos arquitectos Eugene Viollet-le-Duc e Jean-Baptiste-Antoine Lassus, que se estendeu por vinte e três anos.

Em 1871, com a curta ascensão da Comuna de Paris , a catedral torna-se novamente pano de fundo a turbulências sociais, durante as quais se crê ter sido quase incendiada.

Em 1965, em consequência de escavações para a construção de um parque subterrâneo na praça da catedral, foram descobertas catacumbas que revelaram ruínas romanas, da catedral merovíngia do século VI e de habitações medievais.

Já mais próximo da actualidade, em 1991, foi iniciado outro projecto de restauro e manutenção da catedral que, embora previsto para durar dez anos, se prolonga além do prazo.

MOMENTOS ALTOS NA CATEDRAL
1314 - Na praça Parvis, em frente à fachada ocidental da catedral, o último grão mestre templário, Jacques de Molay, após dez anos na prisão, juntamente com outros templários, foram executados queimados vivos na fogueira. Foram condenados pela igreja católica com ordem direta do Papa Clemente V, influenciado e pressionado pelo rei Filipe IV de França, que acusaram os templários de serem hereges, culpados de adoração ao demônio, homossexualidade, desrespeito à Santa Cruz, sodomia e outros comportamentos de blasfêmia.
1431 - Coroação de Henrique VI de Inglaterra durante a Guerra dos cem anos.
1804 - Coroação a 2 de Dezembro de Napoleão Bonaparte a imperador de França e sua mulher Josefina de Beauharnais a imperatriz, na presença do Papa Pio VII
1909 - Beatificação de Joana d'Arc.

A MATÉRIA:
Existe ainda nesta catedral uma dualidade de influências estilísticas: por uma lado, reminiscências do românico normando, com a sua forte e compacta unidade, por outro lado, o já inovador aproveitamento das evoluções arquitectónicas do gótico, que incutem ao edifício uma leveza e aparente facilidade na ascensão vertical e no suporte do peso da sua estrutura (sendo o esqueleto de suporte estrutural visível só do exterior).

A planta é demarcada pela formação em cruz romana orientada a ocidente, de eixo longitudinal acentuado, e não é perceptível do exterior do edifício visto os braços do transepto não excederem a largura da fachada. A cruz está “embebida” no edifício, envolta por um duplo deambulatório, ou charola, que circula o coro na cabeceira (a este) e se prolonga paralelamente à nave, dando lugar, assim, a quatro colaterais (ou naves laterais).

A FACHADA OCIDENTAL:
Esta é a fachada principal e não só a de maior impacto e monumentalidade como também a de maior popularidade.

Uma afinidade na composição e traços gerais pode ser estabelecida com a fachada da Catedral de Saint Denis, uma derivação da fachada do românico normando.

A fachada apresenta um conjunto proporcional, uma ordem de traçado coerente, de construção racional, reduzindo os seus elementos ao essencial, não tendo, talvez por isso, influenciado outros arquitectos contemporâneos do gótico. Aqui optou-se por uma parede “plástica” que interliga todos os seus elementos e passa a integrar também a escultura em locais pré-definidos, evitando que cresça espontânea e aleatoriamente como acontecia no românico.

A fachada apresenta três níveis horizontais e é ainda dividida em três zonas verticais pelos contrafortes ligeiramente proeminentes que unem em verticalidade os dois pisos inferiores e reforçam os cunhais das duas torres.

Neste nível são evidentes três portais que surgem em épocas diferentes e que formam um conjunto que passa a ser utilizado na arquitectura a partir dos meados do século XII. São profusamente trabalhados, penetrando na parede por uma sucessão de arcos envolventes em degrau, arquivoltas, destacando-se o portal central ligeiramente em altura dos laterais.

Portal de Santa Ana
É o portal da direita e vem da época do início da construção da catedral e terá sido no início possivelmente pensado para um dos braços do transepto.

O tímpano, que representa a Virgem Maria com Cristo em criança, transparece ainda uma forte ligação à escultura do românico tardio pela sua frontalidade, rigidez do vestuário e pouca volumetria. Na proximidade da Virgem está um rei ajoelhado, que se crê ser o rei Luís VII e na frente deste um bispo, que poderá ser o impulsionador da construção da catedral, o bispo Maurice de Sully. A arquitrave possui dois níveis; a banda superior, de cerca de 1170, tem cenas da vida de Maria e a inferior, do início do século XIII – altura em que o portal deverá ter sido colocado neste local, retrata cenas da vida de Ana e Joaquim, pais de Maria, facto que terá dado o nome ao portal.

Portal da Virgem
É o portal da esquerda e, já pensado especificamente para este local, pertence ao século XIII com iconografia referente a Maria.

Na arquitrave, na sua banda inferior, vêem-se seis patriarcas do Antigo Testamento e reis sentados a emoldurar um pequeno baldaquino em baixo que remete simbolicamente à Anunciação. Na banda superior, são representados a morte e a ascensão de Maria aos céus e os apóstolos que rodeiam a cena. Cristo, no ponto central, toca o corpo de sua mãe, como que num sinal à futura ressurreição. O tímpano trata da coroação de Maria, em que Cristo, sentado, recebe-a e benze-a, enquanto um anjo descende e a coroa. A realçar a festividade da cena estão dois anjos ajoelhados carregando candelabros nas mãos. Nas arquivoltas anjos, profetas, reis e santos assistem ao acontecimento. Neste portal o volume corporal é mais acentuado e a representação mais realista, em oposição ao abstraccionismo românico.

Portal do Julgamento:
É o portal central e o mais novo do conjunto.

No românico a figura central do portal é Cristo em ascensão aos céus, como parte dos acontecimentos de pentecostes ou no papel de Julgador. Mas no gótico já não é o monge que inicia os fiéis no mundo iconográfico do sagrado, a fé e a experiência espiritual são, nesta fase, sobrepostos pela autoridade e lei representadas pelo clero ligado à cidade, o bispo. Deste modo passa o tema do Julgamento a representar o papel principal no portal gótico.

A banda inferior da arquitrave, por estar danificada, foi substituída no século XVIII por uma representação da ressurreição dos mortos. A banda superior representa os “escolhidos” e os “condenados” separados pelo Diabo e pelo arcanjo Miguel com a balança das almas. Os que entram no paraíso levam uma coroa, uma possível alusão à santidade da coroa francesa. O tímpano apresenta Cristo na pose de Julgador revelando as chagas nas palmas das suas mãos. Nas arquivoltas Abraão recebe as almas dos escolhidos e o Diabo as dos pecadores. Concêntricos a Cristo surgem anjos, patriarcas, profetas, dignitários, mártires e virgens santas.

A rematar e a fazer a transição para o nível intermédio está a Galeria dos Reis, uma banda composta por vinte e oito estátuas de 3,5 metros de altura cada. As estátuas tanto podem ser representações de figuras do Antigo Testamento como monarcas franceses. Durante a revolução francesa foram danificadas pelos revoltosos que pensavam tratar-se dos reis de França. As actuais estátuas foram redesenhadas por Viollet-le-Duc e as originais encontram-se no Museu de Cluny.

NÍVEL INTERMÉDIO:
A dominar o nível intermédio encontra-se a rosácea de 13 metros de diâmetro ao centro encaixada entre os contrafortes e ladeada por janelas gémeas. À sua frente surge a estátua da Virgem Maria com o Menino.

Seguindo o traçado do piso inferior, e contribuindo para a unidade da fachada, corre uma galeria de arcarias rendilhadas a rematar este nível na zona superior.

Aqui erguem-se as duas torres de 69 metros de altura - influência normanda do século XII que acabou por permanecer na arquitectura religiosa europeia. A torre sul acolhe o famoso sino de nome “Emmanuel”.

NÍVEL SUPERIOR:
É possível visitar a torre norte onde, após uma subida de 386 degraus, se podem vislumbrar a cidade de Paris, os pináculos e as gárgulas da catedral que povoaram o romance de Victor Hugo.

A CABECEIRA:
A estrutura de suporte de peso é visível do exterior a ladear todo o edifício, mas na zona da cabeceira a elegância destes elementos resulta numa fluidez visual que só se torna possível depois de 1225, quando as capelas são acrescentadas ao exterior.
Nesta altura todo o esplendor técnico do gótico está ao alcance e os arcobotantes, que fluem da zona superior da parede do coro, onde a impulsão da abóbada para o exterior se concentra, prolongam-se até aos contrafortes, não de forma pesada, mas transmitindo leveza e harmonia.

AS FACHADAS DO TRANSEPTO
Após a construção das capelas exteriores torna-se necessário prolongar os braços do transepto. Jean de Chelles inicia ao norte demonstrando já um traçado típico do gótico alto. O frontão trabalhado a coroar o portal, denominado gablete, cresce ao segundo nível e sobrepõe-se à fileira de janelas que surgem num plano recolhido. Do mesmo modo é também a rosácea colocada num nível mais recolhido e ligeiramente sobreposta por uma balaustrada fina. A rematar a fachada surge um frontão com janela circular ladeado de tabernáculos abertos.

O tímpano apresenta um registo em três bandas, típico do gótico, onde se torna possível representar diversos episódios alimentando o gosto pela festividade do relato. Na banda inferior vêem-se cenas de Jesus em criança. Nas duas bandas superiores um bispo conta a história do presbiteriano Teófilo, desenvolvendo-se a lenda do mesmo personagem numa sequência de quatro cenas na banda imediatamente inferior.

Também no portal toma lugar a estátua de uma Madona que sobreviveu à revolução francesa e que denota o nível avançado da escultura gótica, apresentando uma naturalidade na atitude e rotação corporal.

De um modo geral a decoração em filigrana e o traçado aqui utilizados irão ser adoptados pela arquitectura europeia.

Após a morte de Chelles, Montreuil assume o projecto da fachada do transepto sul seguindo um traçado mais ou menos fiel ao do seu antecessor. A plasticidade dos elementos e o trabalho de filigrana da pedra revelam uma virtuosidade com o material ao mais alto nível, assim como uma clara individualização do trabalho do artista que se começa a destacar do conjunto do movimento artístico geral.

O INTERIOR:
O gótico permite a ligação da terra ao céu e, no interior de uma catedral do estilo, o crente é impelido à ascensão pela afirmação constante da verticalidade, pela monumentalidade das paredes que parecem erguer-se segundo uma teoria contrária à da gravidade, tornando-as leves, deixando por elas filtrar o colorido dos grandes vitrais numa aura etérea. A utilização de tais elementos arquitectónicos numa catedral deve-se mais a um propósito religioso prático que a aspirações artísticas.



O edifício tem 127 metros de comprimento, 48 metros de largura e 35 metros de altura é rematada em cima por abóbadas e dá o primeiro passo na construção colossal do gótico. As maciças colunas de fuste liso da nave, que acentuam a verticalidade, fazem a divisão em arcadas altas para as alas laterais e suportam uma tribuna (galeria), em que janelas para o exterior são abertas para deixar entrar mais luz. Criando unidade com este elemento surge o clerestório a fazer o remate superior com os seus grandes grupos de janelas de dois lances e óculo.

A rosácea do braço norte do transepto tem 13 metros de diâmetro e um azul forte como cor dominante. A composição baseia-se no número 8 e suas multiplicações e simboliza o Universo, a Terra e os sete planetas. No centro surge a Mãe de Deus rodeada de medalhões com representação de personagens do Antigo Testamento, profetas, reis e altos clérigos.

A rosácea do braço sul do transepto baseia-se do mesmo modo no número 12 e apresenta central a imagem de Cristo como o julgador do mundo. À sua volta, em medalhões, surgem apóstolos e anjos.


CURIOSIDADES:
Na praça Parvis, em frente à fachada ocidental da catedral, encontra-se no pavimento uma placa de bronze que representa o ponto zero a partir do qual todas as distâncias das estradas nacionais francesas são calculadas.
Na catedral existem quase duzentos vitrais, alguns entre os maiores construídos na História.










Basílica de Sacre-Coeur:
A alvíssima igreja que fica no topo da colina de Montmartre foi construída no final do século XIX e é considerada feia por quase todos os parisienses. Mas também é tida como o local com a mais bela vista da cidade. Confira também sua cripta e seu domo.

A Basílica do Sagrado Coração (em francês Basilique du Sacré-Cœur) é um templo da Igreja Católica Romana e um ponto turístico bastante popular em Paris, França.

A CONSTRUÇÃO:

A basílica está localizada no topo da montanha de Montmartre, o ponto mais alto da cidade.

A idéia de construir um templo dedicado ao Sagrado Coração surgiu depois da guerra Franco-Prussiana (1870), como pagamento da promessa feita por Alexandre Legentil e Hubert Rohault de Fleury de erguer uma igreja caso a França sobrevivesse as investidas do exército alemão. O arquiteto Paul Abadie projetou a basílica depois de vencer um concurso com mais de 77 arquitetos, mas ele morreu em 1884 logo após o início da obra e outros continuaram seu trabalho. O estilo é marcado por influências românicas e bizantinas. Muitos elementos da basílica são baseados em temas nacionais: o pórtico, com três arcos, é adornado por duas estátuas de Santa Joana D'Arc e do Rei São Luís IX; e o sino de dezenove toneladas (um dos mais pesados do mundo), refere-se à anexação de Savoy em 1860.

A construção começou em 1875 e foi concluída em 1914, embora a consagração da basílica tenha ocorrido apenas após o final da Primeira Guerra Mundial.

O Sacré-Cœur está construído em pedra de travertino obtida no Château-Landon (Seine-et-Marne), França. Esta pedra constantemente dispersa cálcio, o que garante a cor branca da basílica mesmo com as chuvas e a poluição.

O mosaico no apse, chamado Cristo em Majestade, é um dos maiores do mundo.

A basílica possui um jardim para meditação, com uma fonte. O topo é aberto aos turistas e reserva uma vista espetacular da cidade de Paris.






Arco do Triunfo:
a obra de Napoleão fica na rotatória mais agitada da capital francesa, ponto de encontro de nada menos que 12 avenidas, incluindo a mítica Champs-Elysées.

O Arco do Triunfo (francês: Arc de Triomphe) é um monumento, localizado na cidade de Paris, construído em comemoração às vitórias militares de Napoleão Bonaparte, o qual ordenou a sua construção em 1806. Inaugurado em 1836, a monumental obra detém, gravados, os nomes de 128 batalhas e 558 generais. Em sua base, situa-se o Túmulo do Soldado Desconhecido (1920). O arco localiza-se na praça Charles de Gaulle, uma das duas extremidades da avenida Champs-Élysées.

HISTÓRIA:
Iniciado em 1806, após a vitória napoleônica em Austerlitz, o Arc de Triomphe representa, em verdade, o enaltecimento das glórias e conquistas francesas, sob a liderança de Napoleão Bonaparte – seja este oficial das forças armadas, esteja ele dotado da eminente insígnia imperial. A obra, no entanto, foi somente finalizada em 1836, dada a interrupção propiciada pela derrocada do Império (1815). Com 50 metros de altura, o monumental arco tornou-se, desde então, ponto de partida ou passagem das principais paradas militares, manifestações e, claro, visitas turísticas.

ARQUITETURA:
Diversos elementos arquitetônicos são dignos de detida e fiel observação. Trinta medalhões, localizados sob a bela cornija, fazem, cada qual, referência a importantes batalhas travadas pelo exército francês, dentre as quais Aboukir, Ulm, Austerlitz, Iena, Friedland e Moscou. O friso, por sua vez, retrata a partida (fachada leste) e o retorno (fachada oeste) das tropas imperiais, visto que estas conflitaram em diversas regiões do continente europeu.

Na fachada leste, os baixo-relevos aludem à batalha de Aboukir e à morte do general Marceau. À esquerda, situa-se o Triunfo de Napoleão. Este belo alto-relevo, de Cortot, representa a paz e a conquista napoleônica, alcançados pela celebração do Tratado de Viena (1810). Na alegoria, o imperador francês é coroado pela Vitória e reverenciado pela extinta Monarquia. À direita, situa-se a Partida dos Voluntários de 1792 (obra de François Rude), aptos a defender a recém-instaurada e revolucionária República. A liberdade, aqui, é representada pela guerreira e valente mulher, a comandar e a incitar o povo francês. Na fachada oeste, os alto-relevos impressionam pela intensa carga emotiva. Verifica-se a submissão do povo ao Estado e a crença, pelos populares, na vitória das forças armadas.

No interior dos arcos menores, encimados por interessantes alegorias à marinha, à infantaria e a outras guarnições, constam gravados inúmeros nomes de importantes oficiais franceses, assim como diversas localidades nas quais se travaram decisivas batalhas no âmbito do expansionismo francês – Toulouse, Lille, Luxemburgo, Düsseldorf, Maastricht, Nápoles, Madrid, Porto, foz do rio Douro e Cairo, por exemplo. No solo, situa-se o memorável Túmulo do Soldado Desconhecido (“Ici repose un soldat français mort pour la patrie”). As cinzas do incógnito combatente francês, morto durante os sangrentos conflitos da I Guerra Mundial, ali repousam desde 1920.

Projetado por Jean Chalgrin, o Arco do Triunfo é, ainda e desde sempre, símbolo do patriotismo e orgulho francês.



Os amantes de Paris deitam-se entusiasmados pela minha canção. Em Paris, os amantes amam-se à sua maneira. Os refrãos que lhes canto são mais belos que os belos dias. Criam muitas primaveras e as primaveras criam o amor...".

- Edith Piaf



Em busca da aventura em Paris
Com a grata colaboração da Paris Eiffel Tower News
Bem-vindo a Paris! Esta página foi preparada especialmente para você que talvez está vindo pela primeira vez a Paris. Desejamos dar-lhe alguns conselhos práticos para você preparar sua chegada, assim como algumas sugestões de passeios interessantes para fazer durante sua estadia na Cidade Luz. Boa leitura!


Preparando seu passeio
Uma vez descansado do estresse da viagem e bem instalado no seu confortável apartamento, você está pronto para a aventura nas ruas da capital! Mas antes de sair, vista-se de maneira confortável para a ocasião.

Antes de tudo, calce-se de maneira adequada. Prepare-se para andar muito, pois você deverá parar com muita frequência para descobrir um monte de detalhes interessantes. Você sabe como um dia de compras em lojas pode arruinar suas pernas... Parar, continuar, parar novamente... Em resumo, se seus pés não estiverem bem calçados, prepare-se a sofrer.

Visitar a Torre Eiffel significa, por exemplo, 30 minutos de espera na fila para comprar o ingresso, mais vários minutos de espera para tomar o elevador, uma horinha de passeio pelos andares da Torre e, ainda, vários minutos para descer... Não esqueça pois de levar um bom par de sapatos, e não se preocupe com a moda, é melhor sacrificar a beleza ao conforto!

O tempo em Paris pode ser caprichoso: uma bela manhã de sol pode rapidamente se transformar num céu carregado, acompanhado de um ventinho ligeiramente frio. Para nossos amigos canadenses habituados ao tempo de Montréal, o clima de Paris parecerá bem ameno. Mas para nossos visitantes do Sul, é bom que saibam que fora do período que vai de Maio a Setembro, não faz calor em Paris. Então, não hesite em colocar um agasalho de lã e um bom corta-vento em suas bagagens.

Em todo caso, não esqueça, principalmente, o guarda-chuva que, às vezes, será seu melhor amigo nas ruas, especialmente se você quiser fazer fotos da cidade... pois chuva e máquinas fotográficas não fazem um bom par.

As boas dicas do pequeno parisiense
Você está prontinho(a) para sair, bem equipado para a ocasião. Algumas boas dicas para você:


Evite o táxi durante o dia, particularmente durante a manhã até às 11:00 horas e no final da tarde, das 16:00 as 20:00 horas. As ruas estão engarrafadas e tomar o táxi nesses períodos é garantia de ver o taxímetro rodar sem você poder fazer nada. Tome o metrô, é mais simples, mais barato e mais rápido. Este é um mapa do metrô parisiense (clique sobre a imagem).



O preço das corridas de táxi: o taxímetro (o contador) marca o preço da corrida e uma das três letras seguintes: A, B ou C. Se você estiver em Paris intramuros ou no Boulevard Périphérique (Bulevar Periférico), a tarifa A é aplicada durante o dia, das 6:00 as 20:00 horas e a tarifa B à noite, até as 6:00 horas da manhã. Quando você deixar Paris intramuros, o motorista passará para a tarifa B durante o dia e, depois, para a tarifa C, a partir das 20:00 horas. Se você estiver longe de Paris, a tarifa C é aplicada a qualquer hora. Você pagará uma taxa extra por qualquer bagagem colocada no porta-malas do veículo e, também, se você tomar o táxi num aéroporto. Não tente pegar um táxi na rua se estiver a menos de 100 metros de uma estação: os táxis não podem pegar passageiros nas proximidades de uma estação, eles devem obrigatoriamente entrar na ponta da fila do ponto de taxi da própria estação. Assim, afaste-se da estação ou siga até o ponto de táxi da estação.


Os restaurantes começam a encher por volta das 12h15 e ficam cheios até às 13h30. À noite, eles enchem a partir das 19h30 e geralmente não esvaziam antes das 22:00 horas. Se você não quiser esperar para comer, jante cedo, das 18:00 as 19:00 horas. Cuidado: raramente os restaurantes servem entre as 14:00 e as 18:00 horas.


Bebericar no terraço de um café, olhando os passantes parisienses e estrangeiros: que ocupação agradável! Mas saiba que, geralmente, sua consumação será mais cara que no interior do café.



Os garçons dos cafés parisienses são impacientes. Eles não são mal educados, apenas apressados. Não leve a mal se eles lhe virarem as costas se você demorar em fazer seu pedido: eles querem servir rapidamente os outros clientes. De qualquer modo, voltarão à sua mesa.


Nos restaurantes parisienses, os garçons não voltam, necessariamente, para perguntar sobre a qualidade de sua refeição depois de você já ter sido servido. Não se sinta ignorado por isso. Eles querem apenas evitar incomodá-lo durante sua refeição.


A gorjeta: se na sua conta constar "service compris" (serviço incluído), quer dizer que você não precisa deixar uma gorjeta. Se vocês quiserem agradar o empregado, dê-lhe 1 euro, no café, e alguns euros, no restaurante. Mas você não é obrigado a fazer isso. Para nossos amigos canadenses: saibam que nos seus recibos de cartão de crédito (aqueles que vocês assinam), não constará a linha "Gratuity" (gorjeta).

Pronto, você já está equipado com alguns conselhos, e prontinho para conquistar as ruas. Passemos agora aos lugares que não podem deixar de ser visitados!

Monumentos e sítios importantes de Paris :

Torre Eiffel
A "Grande Dama" parisiense foi construída para a Exposição Universal de 1889, em comemoração ao centenário da Revolução. A altura da Torre é de cerca de 350 metros! Entrada (elevador até o 2° andar): 9 euros para os adultos, 5,30 euros para as crianças menores de 12 anos. Horários de abertura: 1° de Janeiro-13 de Junho: diariamente das 9:30 às 23:00 horas (para os desportistas, o acesso pelas escadas está aberto das 9h30 às 18:00 horas) ; 14 de Junho - 31 de Agosto: diariamente das 9:00 às 24:00 horas.


Notre Dame de Paris
As obras de construção tiveram início no ano de 1163, e terminaram 200 anos mais tarde, por volta do ano de 1345. A catedral pode acolher mais de 6.000 fiéis. A entrada é, claro, gratuita, mas se você quiser subir até às torres, será necessário pagar aproximadamente 6 euros. Os arquitetos não previram elevadores, sinto muito, portanto os cardíacos deverão evitar de tomar o caminho dos céus... Horários de abertura: diariamente das 8:00 às 18:45 horas. Visitas monitoradas: diariamente das 9:30 às 18h45. Missas: 8:00 horas, 9:00 horas, 12:00 horas, 18h45.

Champs-Elysées e Arco de Triunfo
Apenas o trecho dos Champs Elysées que vai da Place de la Concorde ao Grand Palais, já vale o título de "a mais bela avenida do mundo". O resto da avenida é ladeado por lojas e restaurantes, frequentemente caros demais. Tente as ruas laterais. Não esqueça de visitar o Arco de Triunfo, no topo da avenida, construído em meados do século 18 para comemorar as vitórias de Napoleão. Preço da entrada: aproximadamente 6 euros, grátis para as crianças menores de 12 anos. Horários de abertura: diariamente das 9h30 às 23:00 horas, de Abril a Outubro e diáriamente das 10:00 às 23:00 horas, de Novembro a Março.



Montmartre e a Basílica do Sacré Coeur
De estilo romano-bizantino, a basílica coroa a colina de Montmartre. Iniciada em 1875, sua construção terminou em 1914. A entrada é gratuita, mas o acesso à cripta e ao domo é pago (aproximadamente 5 euros). Para economizar um pouco de energia, você pode pegar o funicular, um pitoresco trenzinho com um vagão. A partir da estação de metrô Anvers, comece a subir a colina até à rua Tardieu. A estação do funicular se encontra aí. Até ao século 19, Montmartre era apenas uma aldeia, situada fora das muralhas das fortificações parisienses. O filme Amélie Poulain dá uma idéia do local, que não pode deixar de ser visitado, nem que fosse por ele não contar com menos de 7 museus!
http://www.tecnilog.com/cartes/cpa/ montmartre/mont.htm

Igreja dos Inválidos
O hospital dos Inválidos começou a ser construído em 1671 por ordem de Louis XIV, que nele queria abrigar os soldados indigentes, gravemente feridos durante suas inúmeras guerras. A obra foi rapidamente terminada, mas a seguir, foi-lhe anexada uma igreja. Na sua totalidade, os trabalhos levaram uns trinta anos. Você pode visitar a igreja, vários museus e o túmulo de Napoleão I, cujo corpo foi rapatriado da ilha de Santa Helena em 1830. A entrada custa 6 euros, sendo gratuita para as crianças menores de 12 anos. Horários de abertura: de Outubro a 31 de março, das 10:00 às 16h45, de Abril a 30 de Setembro das 10:00 às 17h45.
http://www.invalides.org/

Sainte Chapelle
Situada na Ile de la Cité (Ilha da Cidade), no complexo do Palácio de Justiça, esse edifício gótico foi construído por ordem de São Luís, a partir de 1240, para abrigar as relíquias da Coroa de Espinhos de Jesus Cristo e fragmentos da Santa Cruz. Notável pela sua construção, essa igreja apresenta extraordinários vitrais de grande tamanho. O preço da entrada é de, aproximadamente, 6 euros. Horários de abertura: das 10:00 às 17:00 horas.

Place des Vosges

Foi Henrique IV que solicitou a construção da célebre praça, terminada apenas em 1612, dois anos após o assassinato do Gascão por Ravaillac. Batizada, inicialmente, de "Place Royale" (Praça Real), ela foi renomeada de "Place des Vosges" por Napoleão I, que quis, com isso, prestar homenagem aos habitantes do distrito dos Vosges pela sua presteza em pagar seus impostos. A praça destaca-se tanto pelo seu estilo (é emoldurada por 36 prédios que datam de sua construção) como por suas butiques e seu pequeno parque, em cujo centro ergue-se a estátua de Luís XIII.


Passeando por Paris
Paris propõe um grande número de itinerários, interessantes para os seus espectadores. Você pode seguir as vias de água (os cais do rio Sena, claro, mas também o Canal St. Martin, ou ainda o antigo traçado do caminho de ferro de Estrasburgo (Strasbourg), com 17 km de extensão e que levam você a 15 metros de altura, no coração do 12° Distrito Coulée Verte. Você pode também passar um excelente momento de relaxamento em um dos espaços verdes da capital: os Jardins do Luxembourgo, Buttes-Chaumont (Colinas Calvas), parque Montsouris ou parque Georges Brassens. Não esqueça também de descobrir os jardins do 14o distrito E se você gostar de um pouco de história e de arquitetura, dê um passeio então por Saint-Germain des Pres e ao lado pela Igreja de Saint-Sulpice.

Uma cidade viva e interessante
Estes são apenas alguns dos passeios que você pode dar em Paris. Para descobrir a capital, os clientes do hotel podem ter acesso gratuitamente à seção Members Only do site Paris Eiffel Tower News, que apresenta uma grande quantidade de informações sobre a capital.

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