EUROPA

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Descobrindo o "Antigo Continente"

terça-feira, 29 de setembro de 2009

PASSEIOS POR LONDRES

Passeios:
IntroduçãoComo conhecer a ‘Big Smoke’.
Londres é um lugar maravilhoso para se visitar, mas o seu tamanho pode assustar os novatos. No entanto, é fácil circular pela cidade: basta entender sua geografia e o funcionamento do transporte público.

Circulando :

O metrô é a maneira mais prática de movimentar-se pela cidade e, no centro de Londres, raramente você está longe de uma estação. O serviço é constante e, fora do horário de pico, você normalmente consegue se sentar. Combine as viagens de metrô com o ônibus para conhecer mais da topografia de Londres – há mapas das linhas de ônibus em muitas das grandes estações de metrô e no Britain & London Visitor Centre, na Lower Regent Street. Embora os maravilhosos ônibus antigos Routemaster não estejam mais operando, há duas Heritage Routes para os turistas: Grande ônibus vermelho. É interessante introduzir o barco no seu trajeto. Para mais detalhes sobre os meios de transporte.

PanoramaThe South Bank é, obviamente a margem sul do Tâmisa, mas não é tão óbvio que seja o centro das artes cênicas do país. Bankside, a leste de South Bank e em frente à City, ganhou importância recentemente com a inauguração da Tate Modern. Na histórica City, as lembranças da Londres em ruínas se mesclam com a indústria financeira de hoje. As regiões ao norte e a leste daqui, os antigos redutos industriais de Shoreditch e Hoxton, são conhecidas pela vida noturna e galerias. Seguindo para oeste, era em Clerkenwell que se fazia o serviço sujo durante a Idade Média; agora o bairro tem um dos melhores restaurantes e gastropubs de Londres, enquanto o Holborn é o bairro jurídico. É também onde a City se encontra com o ‘West End’, que os americanos chamam de ‘Downtown’. O coração do West End é o Soho, que – apesar de não corresponder à sua reputação suspeita – é diversão acima de tudo. Ao norte está o literário Bloomsbury, com o British Museum; o Fitzrovia, com suas inúmeras agências de propaganda e mídia e lugares bacanas para comer e beber; e a região da moda, o King’s Cross, com a British Library e o novíssimo terminal do Eurostar, o St Pancras International. A leste do Soho está o genuíno imã dos turistas, o Covent Garden, com seu mercado e Piazza e o fantástico Transport Museum.

Ao sul do Soho está Chinatown e a lotada Leicester Square, ideal para comprar ingressos de teatro pela metade do preço e assistir aos filmes vencedores de bilheteria. Ao sul também está o centro oficial de Londres, a Trafalgar Square, e o centro político da Grã-Bretanha, Westminster. Na fronteira do poder está o lindo St James’s Park, de frente para o Buckingham Palace, e ao norte o aristocrático St James’s, separado da também aristocrática e exclusiva região de Mayfair pela Piccadilly.

A Piccadilly segue na direção oeste do Piccadilly Circus até o Hyde Park Corner e Knightsbridge, onde estão as lojas de grife (e a Harrods). As privilegiadas regiões de Chelsea e South Kensington, onde estão os três grandes museus vitorianos de Londres, ficam ao sul e sudoeste de Knightsbridge. Todas as áreas acima em negrito estão marcadas no nosso mapa colorido de regiões.

Questões Práticas:

Para evitar filas e multidões, siga nossas dicas e evite os fins de semana – assim como os transportes públicos nos horários e pico (2ª-6ª, por volta das 8-9h30/16h30-19h). Muitas atrações são gratuitas - todos os grandes museus, por exemplo. Então, mesmo com orçamento curto, você pode visitar vários pontos turísticos pelo preço de uma passagem de ônibus. O London Pass (http://www.londonpass.com/) dá acesso pré-pago a mais de 50 atrações; se não estiver preparado para visitar diversos lugares em um só dia, por quatro ou cinco dias, o investimento não valerá a pena – mas você pode furar a fila com o passe em alguns lugares, como na superpopular Torre de Londres.

Alguns lugares fecham mais de uma hora antes do horário oficial e mencionamos isso no guia. Algumas atrações mais modestas podem fechar antes do horário quando o movimento estiver fraco e algumas fecham o dia todo em feriados (principalmente Natal e Páscoa) – ligue antes para confirmar.

Roda gigante, vistas, cinema e arte – esta margem é uma maravilha.
Pode ter demorado mais do que meio século, mas a margem sul do rio, de Westminster à Tower Bridge, agora pode se orgulhar de sua história de sucesso. Depois que o Festival of Britain impulsionou a construção do Royal Festival Hall e em seguida do Southbank Centre em 1951, essa região lutou para provar que seria uma alternativa suficientemente boa para as artes e o entretenimento do West End.
Nos anos 1970, a arquitetura brutalista da Hayward Gallery e os blocos de concreto do National Theatre sedimentaram aqui um compromisso modernista – sendo inclusive um pouco intimidadora. Talvez tenha sido a inclusão dessa porção da margem no percurso criado para comemorar o Jubileu de Prata da ascensão da rainha ao trono, em 1977, a responsável pela mudança de perspectiva na região.
As duas décadas seguintes testemunharam o desenvolvimento do Oxo Tower Wharf e a reconstrução do Globe Theatre. Desde a virada do novo milênio, o South Bank e o Bankside não olham mais para o passado: com o London Eye dando voltas, a Tate Modern prosperando, as pontes para pedestre Golden Jubilee e Millennium lotadas, o número de visitantes finalmente explodiu.
Hoje, essa porção arborizada da margem do rio fica cheia de gente que vem para cá curtir as inúmeras atrações e aproveita para ver a Somerset House, a St Paul’s e a Torre de Londres de uma perspectiva diferente. O Royal Festival Hall e o Southbank Centre estão abertos novamente após dois anos de reformas. O interior da sala de concerto e a fachada foram ampliados e até o espaço criado para o BFI Southbank embaixo da Waterloo Bridge tem um certo glamour.


Introdução

Muito dinheiro e bilionários; nada de chapéu-coco e guarda-chuva. Incontestável coração financeiro da capital – e do país – a City of London recebe um milhão de pessoas todos os dias, mas a maioria deles é composta de banqueiros, corretores, advogados e operadores. Qualquer banco internacional renomado tem um escritório em algum lugar da Square Mile, o espaço rodeado pelas antigas muralhas romanas de Londres. Durante a era vitoriana, os banqueiros da City dominavam a maior economia do mundo. As ruas da City ainda estão repletas de dinheiro, embora não haja mais tantos bares de ostras como havia nos áureos anos 1980.

Fora os dois grandes pontos que atraem multidões – a St Paul’s e a Torre de Londres – num primeiro momento a City parece não ter muito a oferecer, mas mergulhe no mundo dos negócios e verá que ela está cheia de tesouros históricos. Entre os blocos de escritórios, aqui e ali há ruínas romanas, monumentos medievais, igrejas construídas por Wren e Hawksmoor e cenários de Dickens, Shakespeare e até Dan Brown. No começo, Londres foi dividida em duas, sendo Westminster o centro da política e a City, a capital do comércio. Muitos dos assuntos administrativos da City ainda são conduzidos de forma feudal, sob os olhares do misterioso conselho dos distritos, antes conhecido como Corporation of London. Rebatizado de City of London, é a mais rica autoridade local da Grã-Bretanha. Para a maioria dos comuns mortais, é difícil entender a riqueza incomum desta parte de Londres – a City foi capaz de se recuperar depois de perder metade da sua população durante a Peste Negra e metade dos prédios, primeiro no Grande Incêndio, depois durante o bombardeio nazista na Blitz. Para entender a fundo a City, é preciso visitá-la durante a semana, quando sua incrível máquina econômica está a pleno vapor; nos fins de semana, quase tudo fecha e as ruas ficam vazias. Durante o anual Open House, em setembro, você pode entrar em alguns dos prédios símbolos da City, como o 30 St Mary Axe, o prédio do Lloyd’s, a Mansion House e o Bank of England. City of London Information CentreSt Paul’s Churchyard, EC4M 8BX (7332 1456/ http://www.cityoflondon.gov.uk/). Mº St Paul’s. Aberto 2ª-6ª, 9h30/17h30. Não aceita cartão. Administrado pela City of London, o novíssimo escritório do lado da St Paul’s tem informações e folhetos sobre os pontos turísticos, eventos, passeios e debates na Square.






Holborn & Clerkenwell
Introdução:

Açougueiros, clubbers e advogados se misturam na extremidade da City. Às vezes parece que o grande espectro da vida de Londres se encontra, com todas as suas cores, entre Holborn e Clerkenwell: são advogados com seus escritórios nos pitorescos Inns of Court e yuppies de esquerda conversando no caminho entre o loft e o gastropub da moda; são açougueiros transportando carne nos arredores do Smithfield Market em plena madrugada, e clubbers com olhos esbugalhados cambaleando entre eles, tentando voltar para casa.

A região já foi, em outros tempos, extremamente religiosa (um lugar de ordens monásticas e conventos na Idade Média) e absolutamente revolucionária (berço da dissidência Lollard, Cartista e Comunista no decorrer dos séculos); foi também devastada, tanto pelo fogo quando pela geografia das águas. O antigo rio Fleet, canalizado em 1733 e hoje correndo como esgoto embaixo da Farringdon Road, uma vez ameaçou inundar a vizinhança de água e doenças.

Seu futuro foi finalmente resolvido graças ao desenvolvimento urbano e à construção de estabelecimentos locais, que junto com sua história inusitada fazem dessa região uma as esquinas mais interessantes da capital.

Bloomsbury & Fitzrovia
Introdução:

Boemias e praçasOs elegantes terraços georgianos de Bloomsbury e as suas graciosas praças abrigam dois dos maiores marcos culturais de Londres. Os tesouros históricos guardados atrás da severa fachada neoclássica do British Museum são sem dúvida a principal atração, mas ao norte está um dos maiores depósitos de conhecimento do mundo, a British Library. A atmosfera intelectual da região é reforçada pelo conjunto de prédios universitários, com seus cafés e livrarias. Ao norte, a antes insalubre região de King’s Cross está passando por uma grande reforma por causa da nova estação de metrô St Pancras International, enquanto as áreas de Fitzrovia, a oeste de Tottenham Court Road, ainda tem os traços sutis do antigo ar boêmio da região.

Covent Garden & Strand
A algazarra dos grupos de turismo pode tornar a visita a Covent Garden uma luta. Mas a região tem muito a oferecer, até para o turista mais independente. Em primeiro lugar, há boas lojas (a maioria delas a norte do mercado), o London’s Transport Museum é uma diversão só e a austera St Paul’s Church, de Inigo Jones, supera tranquilamente as estátuas vivas e os artistas de rua apinhados no pórtico. Se você prefere obras de arte a arte de rua, vá ao Royal Opera House e veja a espetacular coleção Courtauld, em Somerset House. Ao sul, a outrora elegante Strand liga a Trafalgar Square à Aldwych e Fleet Street, e seu trânsito pesado marca a divisa entre Covent Garden e Thameside Embankment.

Soho Square:
Soho Square é o portão norte do bairro. Este quadrado arborizado foi construído em 1681 e inicialmente chamado King’s Square– uma estátua de Charles II maltratada pelo tempo fica ao norte do centro. Fechada à noite, seus gramados durante o dia são preenchidos por casais de namorados, por trabalhadores que vem tomar um lanche sentados nos bancos – um deles com uma placa dedicada à cantora Kirsty MacColl, que teve uma morte trágica e compôs a canção ‘Soho Square’ sobre o lugar. Dia e noite, o trânsito é intenso e as vagas de estacionamento, disputadíssimas. O destaque é uma pequena cabana Tudor usada para guardar os equipamentos dos jardineiros. Os nomes das duas igrejas da praça são prova das longas credenciais européias da região: além da igreja Protestante Francesa, você verá a St Patrick’s, uma das primeiras igrejas católicas construídas na Inglaterra depois da Reforma. Empresas de cinema e mídia têm seus escritórios aqui, assim como a English Football Association – a Soho Square é pano de fundo nas coberturas de escândalos do futebol, quando noticiados na televisão.

Duas ruas clássicas do Soho saem da praça, na direção sul. A Greek Street, batizada com o nome da igreja que antes havia aqui, está cheia de restaurantes e bares ecléticos, a começar pelo Gay Hussar (nº2, 7437 0973), o único restaurante húngaro de Londres e famoso entre os políticos do partido dos Trabalhadores (Labor) nos anos 1970. Em 2003, no 50º aniversário do restaurante, comemorou-se a festa do 90º aniversário de Michael Foot. Ali perto, ao lado do pub Pillars of Hercules (nº7, 7437 1179), antigo reduto dos escritores Martin Amis e Ian McEwan, há um arco que dá passagem para a Manette Street e Charing Cross Road. Ali há uma entrada lateral para o Foyles (ver pág.241), a livraria mais famosa de Londres, com um café no primeiro andar. Em frente, o Crobar (17 Manette Street, 7439 0831) é um bar com tema de rock, aberto até tarde. De volta à Frith Street, Garlic & Shots (nº14, 7734 9505) é outro favorito para depois da meia-noite, assim como o mais transado Thirst (nº53, 7437 1977). Opções mais elegantes com influência francesa incluem o L’Escargot Marco Pierre White (nº.48, 7437 2679) e o Café Bohème (13 Old Compton Street, 7734 0623) de esquina, que serve croissant de café da manhã, plats du jour de dia e coquetéis originais noite adentro. Na esquina seguinte está o Coach & Horses (nº29, 7437 5920), o lendário ponto de encontro decadente, mais domado desde a aposentadoria do rude anfitrião Norman Balon. Ali perto, a pâtisserie Maison Bertaux (nº28; ver pág.202) e a champanheria Kettners (29 Romilly Street, 7734 6112) têm um toque de classe.

Oxford Street & Marylebone
Moda, médicos e crocs:

Poucos lugares no mundo transmitem uma imagem de compras tão caótica quanto a Oxford Street. São 2,4 quilômetros que continuam imperando nas vendas do varejo, apesar da crescente concorrência dos shopping centers fora da cidade e do fato de muitos locais não colocarem os pés nela - a menos que seja absolutamente necessário. Turistas – que são muitos por ali – vão para o norte da Oxford Street, principalmente para ver as estátuas de cera do Madame Tussauds, embora a vizinha Marylebone tenha também praças arborizadas, restaurantes e ruas cheias de lojas menores e interessantes. Por outro lado, o Regent’s Park ali perto oferece um alento para aqueles que preferem passear a gastar dinheiro.

Portobello Market

Uma das maiores feiras de antigüidades do mundo. Este é um paraíso para colecionadores e também para turistas e moradores.
Uma das maiores feiras de antigüidades do mundo. Este é um paraíso para colecionadores e também para turistas e moradores. Além de todas as relíquias vendidas no lugar, os frequentadores podem encontrar frutas , verduras e pescados frescos.
Pubs, restaurantes e cafés estão por todas as esquinas. Portobello market acontece todo sábado. Tem muita coisa pra ver e ainda shows de artistas de rua para assistir. Tudo está espalhado na gigantesca Portobello Road. O lugar atrai milhares de pessoas semanalmente sendo um dos cartões postais de Londres.
Estação de metrô : Notting Hill Gate (District, Central e Circle lines)

Piccadilly Circus & Mayfair
Bright lights and the high life. Não é à toa que Mayfair é o bairro onde as propriedades são as mais caras de toda a cidade: aqui estão algumas das mais glamurosas e veneráveis lojas e praças de Londres. Tanto para explorar as arcadas comerciais antigas, quanto para enveredar pelas modernas galerias de arte comerciais, você precisará de vir com o bolso preparado – ainda mais se planejar fazer compras. Um pouco menos sofisticada – embora tenha o hotel de dimensões definitivamente gigantescas, do tamanho da sua reputação – a Piccadilly marca a fronteira sul de Mayfair, indo do enlouquecido trânsito do Hyde Park Corner até o iluminado e tumultuado Piccadilly Circus.

Westminster...
Inn The Park:

St James’s Park, St James’s, SW1A 2BJ (7451 9999/ http://www.innthepark.com/). Mº St James’s Park. Aberto 2ª-6ª, 8h/21h; sáb., dom., 9h/21h. Pratos principais £14-£23. Cc. AmEx, MC, V. O café de Oliver Peyton, à beira do lago, fica aberto o dia todo e tem tudo a seu favor: maravilhosa localização no parque, um prédio bonito e moderno e um menu britânico variado. Há famosos ovos quente no café da manhã e churrasco no verão (no terraço, até 21h); o à la carte nem sempre é confiável.


National Dining Rooms

Sainsbury Wing, National Gallery, Trafalgar Square, WC2N 5DN (77472525/www.nationalgallery.co.uk). Mº/trem Charing Cross. Aberto 2ª, 3ª, 5ª-dom., 10h/17h30; 4ª, 10h/20h30. Menu fixo £17,50, 1 prato; £24,50, 2 pratos; £29,50 3 pratos. Cc. AmEx, MC, V.

Vencedor do nosso prêmio de Melhor Restaurante Britânico de 2007, o National Dining Rooms tem um ar institucional, mas não se acanhe: a comida é individualizada, delicada e inspiradora. Este é outro reduto de Oliver Peyton, e o melhor em termos culinários. O preço fixo é interessante, assim como o chá da tarde, o bar e o balcão de tortas e bolos.

O National Café (7747 2525, http://www.thenationalcafe.com/), um café-brasserie descontraído de frente para a igreja de St Martin em East Wing, fica aberto até 23h, exceto aos domingos.


Chelsea
Há tempos não é mais o bairro dos jovens e artistas; agora é dos badalados e endinheirados. Quando a editora da Vogue declarou, em 1965, que Londres era ‘a cidade mais badalada do mundo’, ela provavelmente tinha estado em Chelsea, uma histórica vila de pescadores que se tornou retiro real, e depois se transformou em um centro pulsante de tudo de bacana e novo que surgia. O melhor exemplo disso era a King’s Road, o templo da juventude que seguia a abertura da loja Bazaar, de Mary Quant, em 1955. Durante as décadas seguintes, suas ruas se tornaram a passarela de modelos e minissaias, pacifistas e punks. Foi na King’s Road que surgiu os Rolling Stones e o Sex Pistols, enquanto o estúdio Sound Techniques, na Old Church Street, gravou Pink Floyd, the Who e até Elton John. Desde então, Chelsea se tornou graciosa, seu ar de abandono desapareceu e suas ruas passaram a ser freqüentadas por yuppies bronzeados; suas ruas foram ocupadas por grifes caras e lojas com ar-condicionado. Ao mesmo tempo, é um local de uma riqueza histórica que é capaz de surpreender, além de ter seu charme – desde que esteja preparado para mergulhar nas ruas secundárias.

Knightsbridge & South Kensington
Templos do conhecimento e templos do consumo.

É em Knightsbridge que o dinheiro escoa de verdade. Fileiras de lojas de designers, lojas de departamento mundialmente famosas e restaurantes lotados e badalados atraem uma clientela global, para quem o dinheiro não é problema. Por isso a região não é particularmente elegante ou estilosa. South Kensington é menos metida e não só por causa dos hectares de área de parque ao norte. A região tem um conjunto de pontos culturais de primeira linha, um perto de outro: três dos melhores museus de Londres, três universidades respeitadas mundialmente e uma reformada sala de concertos. Além disso, ali perto no Kensington Gardens, há arte contemporânea com curadoria excelente.

Faça sua escolha:

Vamos às compras! Lisa Ritchie, editora do guia anual Shops & Services da Time Out, diz o que evitar e o que aproveitar.

Muitas das lojas e mercados de Londres são atrações turísticas por si só. Alguns realmente são imperdíveis, outros não valem a pena. Todos já ouviram falar da Harrods, mas ela perdeu parte de suas características inglesas desde que Mohamed Al Fayed a comprou. Vale a visita, mesmo que seja para maravilhar-se com a espetacular seção de alimentos eduardiana e com o ego do homem que foi capaz de colocar uma escultura de cera em tamanho real, dele mesmo, entre a moda masculina. Mas, a menos que esteja buscando uma das linhas exclusivas da loja (K, de Karl Lagerfeld, por exemplo, ou a linha toda dos cosméticos franceses Darphin, difíceis de achar), não aconselho gastar seu dinheiro aqui – já vi os mesmos produtos mais baratos em outro lugar. E independente de qualquer coisa, não vá até lá aos sábados.

Muitos dos imãs turísticos de Londres são também amados pelos londrinos. O Liberty manteve sua integridade através de uma cuidadosa seleção de artigos incomuns – das mais novas marcas de nicho aos móveis Arts and Crafts para manter sua herança – e da atualização das linhas assinadas ao invés de investir na produção em massa de ursos de pelúcia e canecas. Gosto do Fortnum & Mason, que mantém sua equipe anacronicamente organizada, apesar da modernização para o 300º aniversário. É caro, mas a qualidade é excelente – raramente alguém se aventura além da seção de alimentos, de forma que o andar de presentes fica deliosamente tranqüilo. Alguns destinos de compras considerados ‘para turistas’ estão passando por um renascimento.

Pegue a Burlington Arcade, por exemplo. Antes o templo dos twinsets de cashimere e chinelos de veludo, está sendo reinventada com inovações como a designer de sapatos independente Beatrix Ong, antes em Primrose Hill. A Carnaby Street, que decaiu e se transformou em uma rua sem gosto, resurgiu como um destino bacana para moda de rua, enquanto que no ‘alternativo’ Camden realmente o mau gosto impera. O mercado mais famoso de todos – Covent Garden – deve ser evitado a menos que você esteja procurando um teatro de bonecos do maravilhoso Toyshop, de Benjamin Pollock. É uma armadilha turística em cadeia, lotada. A melhor opção para sentir o movimento de rua e a miscelânea de mercadorias, artesanato, moda e comida são os mercados de Spitalfields e Brick Lane, aos domingos.

Outro mercado ícone, como o Petticoat Lane, são conhecidos pelas mercadorias baratas – mas a qualidade fica a desejar. E para barganhas, você está na cidade errada – a menos que goste de artigos de segunda mão ou roupas vintage. O lendário estilo de rua londrino pode ser encontrado em diversas lojas, mas cheque a procedência das roupas que está comprando. As marcas americanas e australianas estão mais em voga – com preços bem mais salgados do que em seus respectivos países.

Uma dica final : não se atenha às ruas principais, onde estão as grandes cadeias. Explore as secundárias. Dê um passeio da Sloane Square à charmosa Elizabeth Street, em Belgravia, onde se encontra tudo : de designer de coleiras para cachorros a perfumes raros. Ou vá por trás do Carnaby a procura de lojas independentes na coberta Newburgh Street. A movimentada Oxfort Street tem um abençoado descanso no trecho de pedestres da St Christopher’s Place, e até em Marylebone, com cara de vila, algumas da lojas mais interessantes estão nas travessas da rua principal, na discreta e sinuosa Marylebone Lane.

Compras - Shopping Centers & Galerias
Burlington ArcadePiccadilly, St James’s, W1 (http://www.burlington-arcade.co.uk/). Mº Green Park. Aberto 2ª-6ª, 9h30/17h30; sáb., 10h/18h. Cc. varia.Inaugurada em 1819, esta linda galeria comercial coberta é vigiada pelos ‘bedéis’ (vestidos com carola e sobretudo). Foi recentemente restaurada e atraiu novos inquilinos entre os tradicionais vendedores de cashmere e jóias. Entre os destaques estão a Globe- Trotter e Mackintosh (lendária marca inglesa de malas e impermeáveis), a pâtisserie parisiense Ladurée e a estilistas de sapatos Beatrix Ong, treinada por Jimmy Choo.

Kingly CourtCarnaby Street, opposite Broadwick Street, Soho, W1B 5PW (7333 8118/www.carnaby.co.uk). Mº Oxford Circus. Aberto 2ª-sáb., 11h/19h; dom., 12h/18h. Cc. varia. Não é um shopping center comum. Este compacto complexo de três andares reúne uma mistura divertida de cadeias de moda de rua, butiques e lojas de presentes. A seleção de ‘vintages’ é especialmente boa: vá ao Marshmallow Mountain para impecáveis sapatos, roupas e bolsas de época, e ao Twinkled, que também dá o tom retrô à loja. Também confira a recém chegada Microzine, que reúne, sob um só teto, a parafernália masculina de moda, acessórios e utensílios.

Compras - Lojas de Departamento
Favorita para langeries e refeições prontas, a Marks & Spencer (http://www.marksandspencer.co.uk/) também oferece vários tipos de moda, inclusive sua coleção Autograph para homens e mulheres, e a mais jovem e mais transada linha Per Una e Limited Collection.

Fortnum & Mason

181 Piccadilly, St James’s, W1A 1ER (7734 8040/www.fortnumandmason.co.uk). Mº Green Park ou Piccadilly Circus. Aberto 2ª-sáb., 10h/18h30; dom., 12h/18h (somente seção de alimentos). Cc. AmEx, DC, MC, V.

A mais antiga loja de departamentos de Londres passou por uma importante plástica para seu 300º aniversário em 2007, mas foi feita com esmero e a equipe de terno ainda impera no departamento de alimentos expandido. Os famosos biscoitos, doces, geléias e conservas, café e chá ainda estão no térreo. No andar de baixo você encontrará carne fresca, carne de caça e peixe, pratos assinados e um bar de vinhos do profissional por trás da decoração do Wolseley. O rol de restaurantes aumentou e agora inclui uma deliciosa sorveteria e sundaes com ‘coquetéis’ só para adultos. Os andares superiores são essencialmente uma enorme e elegante loja de utensílios - há xícara de chá chinesas, bolsas Lulu Guinness, tabuleiros de gamão de couro e perfumes selecionados (Miller Harris, Caron, Clive Christian).

Harrods

87-135 Brompton Road, Knightsbridge, SW1X 7XL (7730 1234/www.harrods.com). Mº Knightsbridge. Aberto 2ª-sáb., 10h/20h; dom., 12h/18h. Cc. AmEx, DC, MC, V.

A Harrods parece estar determinada a não perder a reputação de ‘lugar onde se pode comprar de tudo’. Às vezes de bom gosto (a imbatível seção de alimentos, a perfumaria no quinto andar sob coordenação da famosa perfumista Roja Dove), às vezes de gosto duvidoso (a escultura em cera, em tamanho real, do dono Mohamed Al Fayed na seção de roupas masculinas, o santuário a Dodi e Diana no subsolo), esta catedral ao consumo há tempos é uma das principais atrações turísticas de Londres. A seção de alimentos é espetacular, enquanto que a sala com carnes e caça mantém seu brilho eduardiano. Os dois Rooms of Luxury e o Egyptian Room com seus frizos e o faraó Ramsés II de três metros de altura, expõem mercadorias de luxo do tipo Louis Vuitton, Valextra e Chloé. Há mais nomes de grifes nas seções de moda e beleza, e se preferir uma seleção mais especializada, recomendamos a Harvey Nichols, subindo a rua.

Harvey Nichols

109-125 Knightsbridge, SW1X 7RJ (7235 5000/www.harveynichols.com). Mº Knightsbridge. Aberto Loja 2ª-sáb., 10h/20h; dom., 12h/18h. Café 2ª-sáb., 8h/20h30; dom., 8h/18h. Restaurante 2ª-6ª, 12h/15h, 18h/23 ; sáb., 12h/16h, 18h23h ; dom., 12h/16h. Cc. AmEx, DC, MC, V.

Harvey Nicks é uma loja estilosa com grifes famosas e um restautente (o Fifth Floor, 7235 5250) que dá um baile em qualquer outro restaurante de loja de departamento. A moda é o forte desta loja, inclusive nomes menos conhecidos como o canadense, radicado em Paris, David Szeto e a grife Rodarte, das irmãs californianas Kate e Laura Mulleavy, que desfilam ao lado de famosos como Chloé, Lanvin e Balenciaga. O departamento de sapatos femininos tem uma novíssima butique de Christian Louboutin. Há também uma ilha da luxuosa marca italiana Culti no departamento de artigos para casa e a seção de alimentos foi incrementada pela vinda de um café da eco-chique Daylesford Organic.

Liberty

Regent Street, Soho, W1B 5AH (7734 1234/www.liberty.co.uk). Mº Oxford Circus. Aberto 2ª-4ª, 6ª, 10h/20h; 5ª, 10h/21h; sáb., 10h/19h; dom., 12h/18h. Cc. AmEx, DC, MC, V.

Charme único, a Liberty fica em uma estrutura Tudor dos anos 1920. Ande pela entrada principal na Great Marlborough Street, onde está a exuberante floricultura de Paula Pryke, e você chega em uma sala dedicadad à própria grife da loja, no meio de um átrio alto, em galerias. Além dos famosos lenços, o ambiente art noveau da Liberty’s expõe agora uma grande variedade de produtos, de lingerie de seda a chiques bolsas de couro estampado. O térreo é bom para presentes : cadernos decorativos, álguns de fotografia, perfumes diferenciados, produtos de toalete e uma grande gama de jóias. O departamento de roupas masculinas no subsolo é um dos mais estilosos de Londres e é dada ênfase nas linhas individuais para ambos os sexos, e não nas supergrifes. Não perca a impressionante exposição de móveis Arts and Crafts do quarto andar. Os pontos de descanso dentro da loja, inclusive o Tea, no térreo, e o bar de champanhe e ostras, abaixo, refletem a atenção ao design de interiores.

Selfridges

400 Oxford Street, Marylebone, W1A 1AB (0800 123 400/www.selfridges.com). Mº Bond Street ou Marble Arch. Aberto 2ª-4ª, 6ª, sáb., 9h30/20h; 5ª, 9h30/21h; dom., 12h/18h (portas abertas às 11h30). Cc. AmEx, DC, MC, V.

As inovações do Selfridges, a presença de outras lojas e os eventos temáticos deram um sentido de teatro ao shopping. E a loja não pára. Sua última inovação nos acessórios luxuosos e produtos de beleza do térreo foi o Wonder Room – essencialmente um hall chamativo com jóias, com galerias de lojas, acessórios exclusivos e pequenos ornamentos, como uma miniatura da tumba de Lord Nelson. Você pode provar uma enorme variedade de delícias internacionais na seção de alimentos e olhar os livros na filial da famosa Foyles no subsolo, enquanto a exaustiva coleção de moda abrange todos os gostos e orçamentos, das melhores nacionais aos nomes internacioanis famosos e estilistas ingleses emergentes, como Rodnik e Bï La Lï.

Compras - Moda
Designer

Focamos em butiques que oferecem várias marcas, mas os estilistas ingleses com carro- chefe na capital incluem a pioneira punk Vivienne Westwood (44 Conduit Street, W1S 2YL, 7439 1109, http://www.viviennewestwood.com/), o líder da alfaiataria com classe Paul Smith (Westbourne House, 120 & 122 Kensington Park Road, W11 2EP, 7727 3553, http://www.paulsmith.co.uk/), a nova sensação Stella McCartney (30 Bruton Street, W1J 6LG, 7518 3100, http://www.stellamccartney.com/) e Alexander McQueen (4-5 Old Bond Street, W1S 4PD, 7355 0088, http://www.alexandermcqueen.cm/). Há também novas estrelas como Preen (5 Portobello Green, 281 Portobello Road, W10 5TZ, 8968 1542) e PPQ (47 Conduit Street, W1S 2YP, 7494 9789, http://www.ppqclothing.com/ ).

b store

24A Savile Row, Mayfair, W1S 3PR (7734 6846/ http://www.bstorelondon.com/ ). Mº Oxford Circus. Aberto 2ª-6ª, 10h30/18h30; sáb., 10h/18h. Cc. AmEx, MC, V.

Uma plataforma para estilistas inovadores, a b Store está bem no meio do enclave dos alfaiates em Savile Row. Este é o lugar para ver as novas tendências da moda, tanto para homens quanto para mulheres, como Belgradeborn Roksanda Ilincic e Dane Camilla Staerk, ao lado de ícones mais conhecidos como Peter Jensen, Eley Kishimoto e Bï La Lï.

Browns

23-27 South Molton Street, Mayfair, W1K 5RD (7514 0000/www.brownsfashion.com). Mº Bond Street. Aberto 2ª-4ª, 6ª, sáb., 10h/18h30; 5ª, 10h/19h. Cc. AmEx, MC, V.

A venerável loja de Joan Burstein reinou suprema durante 38 anos. Entre os 100 inutitados estilistas que disputam a atenção nessas cinco lojas interconectadas (moda masculina no nº23) estão Chloé, Dries Van Noten e Balenciaga. Além das supermarcas, a loja conta com estrelas novatas como Christopher Kane e Gareth Pugh graduados no Central St Martins. Do outro lado da rua, o Browns Focus é mais jovem e mais casual, enquanto o Browns Labels for Less tem as roupas que sobraram das coleções anteriores. Outros endereços Browns Focus, 38-39 South Molton Street, Mayfair, W1K 5RN (7514 0063); Browns Labels for Less, 50 South Molton Street, W1K 5RD (7514 0052); 11-12 Hind Street, W1U 3BE (7514 0056); 6C Sloane Street, Chelsea, SW1X 9LE (7514 0040).

Dover

Street Market17-18 Dover Street, Mayfair, W1S 4LT (75180680/www.doverstreetmarket.com). Mº Green Park. Aberto 2ª-4ª, 6ª, sáb., 12h/18h; 5ª, 11h/19h. Cc. AmEx, MC, V.

Os seis andares do estilista Rei Kawakubo, da marca Comme des Garçons, combina o ambiente inovador dos mercados internos londrinos – piso de concreto, prateleiras em armações de ferro, provadores portáteis – com marcas raras. Os 14 da coleção Comme estão aqui, ao lado de linhas exclusivas como Azzedine Alaïa e Veronique Branquinho e lojas interessantes como Labour and Wait, de Shoreditch, e o empório Decades de artigos vintage. A disposição teatral faz o ambiente ser divertido e há inclusive uma filial favorita parisiense Rose Bakery, no piso superior.

Koh Samui

65-67 Monmouth Street, Covent Garden, WC2H 9DG (7240 4280/www.kohsamui.co.uk). Mº Covent Garden. Aberto 2ª-4ª, 6ª, sáb., 10h30/18h30; 5ª, 10h30/19h; dom., 12h/17h30. Cc. AmEx, DC, MC, V.

Artigos vintage angariados mundo afora dividem o espaço com uma seleção bem equilibrada de estilistas de peso no Koh Samui, resultando em um agradável e eclético mix de produtos. Marc de Marc Jacobs, Balenciaga e Dries Van Noten estão sempre bem representados, ao lado de marcas menores e independentes. Vitrines brilham com uma vasta gama de colares e adereços de uma série de estilistas independentes; os preços começam em £50, por um par de brincos.

Labour of Love

193 Upper Street, Islington, N1 1RQ (7354 9333/www.labour-of-love.co.uk). Mº/trem Highbury & Islington. Aberto 2ª-sáb., 11h/18h30; dom., 12h/17h. Cc. AmEx, MC, V.

Cansada de ver os mesmos produtos em todas as lojas de departamento de Londres, a estilista Francesca Forcolini decidiu abrir sua própria butique com roupas e acessórios escolhidos a dedo em Londres, Paris e outras cidades. Ao lado de sua própria marca há acessórios bordados de Lowie e camisas feitas dos retalhos da Savile Row por Yoko Brown (a partir de £105). Acessórios com cara de antigos e livros de mesa também compensam a visita.

no-on

1 Kingsland Road, Shoreditch, E2 8AA (7613 5314/ http://www.no-one.co.uk/). Mº/trem Old Street. Aberto 2ª-sáb., 11h/19h; dom., 12h/18h. Cc. AmEx, DC, MC, V.

O favorito dos moradores de Shoreditch e ícones dos não-conformistas como Róisín Murphy e Björk, esta loja/café tem uma miscelânea de produtos cool: o último lançamento da PPQ, edições limitadas de cardigans masculinos (a partir de £80), vestidos a bons preços da Mine (a partir de £70) e calçados Peter Jensen, além de brinquedos intesantes para adultos, óculos vintage e revistas e livros cult.

Shop at Bluebird

350 King’s Road, Chelsea, SW3 5UU (7351 3873/www.theshopatbluebird.com). Mº Sloane Square. Aberto 2ª-sáb., 9h/19h; dom., 12h/18h. Cc. AmEx, MC, V.

Dividindo sua garagem art déco com o complexo de café/resataurante/deli de Terence Conran, o Shop at Bluebird é uma butique parte estilo de vida, parte galeria de design. O espaço de 900 metros quadrados é uma caixa de surpresas de roupas (homens, mulheres e crianças) de estilistas desconhecidos ingleses e de outras nacionalidades, além de lingerie, acessórios, móveis, livros e outros. As gôndolas em constante mudança são divertidas – a seção de livros é iluminada por uma instalação no teto de mais de mil lâmpadas, enquanto as bolsas estão colocadas em antigos pratos de prata. A seção de música é administrada por DJs convidados nos fins de semana, e um spa luxuoso está para ser inaugurado.

Weardowney Get-Up Boutique

9 Ashbridge Street, Marylebone, NW8 8DH (7725 9694/www.weardowney.com). Mº Edgware Road / Mº/trem Marylebone. Aberto 2ª-4ª, 6ª, sáb., 10h/18h; 5ª, 10h/21h. Cc. AmEx, MC, V.

Ex-modelo e ex-estilista de peças tricô para John Galliano, Gail Downey juntou-se com a colega modela Amy Wear para criar a própria marca em 2004. Tricotadas à mão por uma exército de trabalhadores em todo o Reino Unido, as roupas se parecem um pouco com os cardigans de nossas avós, com estilo moderno das capas, minivestidos remanescentes dos banhos vitorianos e polainas. A ‘House of Weardowney’, o centro do complexo em um pub convertido, contém uma loja, a ‘School of Craftsmanship’, onde há cursos de tricô e costura à mão, e um hotel. Almofadas vintage e kits interessantes para criar sua própria roupa (£25-£78) também estão à venda.

Compras - Acessórios da Moda
Chapéus

Bates the Hatter

21A Jermyn Street, St James’s, SW1Y 6HP (7734 2722/www.bates-hats.co.uk). Mº Piccadilly Circus. Aberto 2ª-6ª, 9h/17h15; sáb., 9h30/16h. Cc. AmEx, DC, MC, V.

Com uma linda placa em forma de chapéu na entrada e o interior à moda antiga, o Bates é uma das jóias especialistas sobreviventes de Londres. Os chapéus tradicionais vão desde chapéus panamenhos a boinas, a chapéus de passeio e as clássicas cartolas.

Philip Treacy

69 Elizabeth Street, Belgravia, SW1W 9PJ (7730 3992/www.philiptreacy.co.uk). Mº Sloane Square. Aberto 2ª-6ª, 10h/18h; sáb., 11h/17h. Cc. AmEx, MC, V.

O coroado rei dos chapéus da alta costura não é para muitos – embora a coleção ready to wear, que tende a ter cores vivas, motivos gráficos e de animais e detalhes exageradamente grandes, seja mais amena do que as criações feitas para as passarelas. Para os homens há estilos mais limpos e Treacy enveredou também para a criação de bolsas.

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